O amor cultiva-se?



A esta altura da minha vida (meio século vivido) acho que o amor já não se cultiva, ou temos amor para dar ou estamos vazios.
Estar cheio de amor ou vazio, depende da maneira como vives ou viveste.
Existem sempre duas opções, ou vês o lado bom e te enches de sentimentos bons, como é o caso do amor, ou vês o lado mau e te enches de negatividade.

É simples… é uma filosofia de vida!

Ou te vitimizas ou vais à luta, ou és um coitadinho ou um guerreiro.

Se escolhes ver o lado bom das coisas, te enches de positivismo e és um guerreiro então, estás cheio de amor e dás amor, independentemente do tipo de relação que tenhas, espalhas amor e pronto.

É uma filosofia de vida, um estado de alma, que nos ilumina e acalma o corpo e a mente. Transborda-se de amor e todos os sentimentos menos bons não fazem aí morada.

O problema, a chatice é quando a tua filosofia de vida não é esta, escolhes o caminho da vitimização, do negativismo… ficas, pois claro vazio de amor!
Mesmo que alguém transborde de amor e o queira partilhar contigo, és um poço sem fundo, insaciável…
Então, a partir de determinada altura da vida, já não consegues cultivar nada, não preparaste o terreno da tua existência para amares e seres amado, e agora… agora já não nasce nada…

Podes até cultivar o amor, mas terás uma colheita estéril!

Se queres cultivar o amor AMORIZA-TE… mas começa cedo… sim? 😉

Ps. Quero salientar que agora, precisamente neste momento, 23/05/2018, penso desta forma mas, amanhã poderei já ter mudado de ideias. Eu, tal como o mundo estou em constante transformação e crescimento, sempre que exista uma razão mudo de opinião. 😊




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